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Curso de Prevenção e Combate a Incêndio Florestal participa de instrução no Parque Estadual da Serra de Jaraguá

O Curso de Prevenção e Combate a Incêndio Florestal, realizou, com apoio da 17ª CIBM, instrução no Parque Estadual da Serra de Jaraguá, onde executou uma marcha de 18 km, equipado com Mochila Costal abastecida com 19 litros de água.

A instrução de Marcha a Pé tem por objetivo exercitar a tropa a percorrer grandes distâncias, sem perder seu poder combativo. Desenvolve o espírito de corpo, aprimora a disciplina, eleva a moral e torna os homens mais vigorosos, resistentes e confiantes.

Com base na experiência própria a na experiência compartilhada com combatentes que também fizeram o curso, as marchas realizadas durante o CPCIF, exerce principal efeito sobre a confiança na capacidade de executar missões.

“Muitos lugares onde atuamos, restringem o uso de veículos, principalmente veículos para transporte de um número maior de militares. Para chegar ao fogo, é necessário andar vários quilômetros e precisaremos levar, água, comida e os equipamentos para combater o incêndio. Quem desconhece sua capacidade superestima o problema, tende a duvidar do êxito da missão, cria empecilhos, deixa de levar os equipamentos e suprimentos necessários e acredita que o objetivo não justifica o esforço. Esse elemento seguramente terá dificuldade de exercer liderança em combate e contribuirá muito pouco para o sucesso das ações.”, explica o Coordenador do Curso, Tenente Daniel Freire Pereira Batista.

Além do treinamento em si, o CPCIF, sempre que possível têm buscado conciliar a marcha com o reconhecimento das unidades de conservação, onde geralmente se registram incêndios de grandes proporções e que o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás possui relevante histórico de atuação, como é o caso do Parque Estadual da Serra de Jaraguá, da Serra de Caldas Novas, da Serra Dourada, da Serra dos Pirineus, do Parque Nacional das Emas e da Chapada dos Veadeiros.

“Conhecer in loco a particularidade de cada uma dessas unidades, a topografia, o aspecto fitofisionômico do cerrado predominante, acessos, pontos de água, sem dúvidas proporcionará, ao futuro combatente florestal, informações preciosas para sua atuação em situação de combate, que influenciarão desde a escolha dos equipamentos mais adequados até a consolidação de uma estratégia eficaz.”

A 6ª semana de atividades encerrou, com a instrução de Noções Básicas de Perícia de Incêndio Florestal, ministrada pelo Major Douglas Castilho de Queiroz, que, através de aulas teóricas e práticas, teve por objetivo oferecer ao especialista as noções básicas para compreensão do comportamento do fogo no desenvolvimento do incêndio, definição da área de confusão, identificando e preservando vestígios que podem definir a origem e a causa do incêndio.

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