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Confira fotos do lançamento da Operação Carnaval 2016 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás
O pátio do 1º Batalhão Bombeiro Militar (1º BBM), em Goiânia, foi palco do lançamento da Operação Carnaval 2016 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) na manhã desta sexta-feira, 5. A cerimônia militar, presidida pelo Subcomandante-Geral do CBMGO, Coronel Divino Aparecido de Melo, marcou o início das atividades da ação que tem como foco a prevenção a afogamentos.
Bombeiros militares partiram de Goiânia para 17 cidades do interior de Goiás para reforçar a segurança dos foliões nos principais pontos turísticos. Segundo o coordenador da operação, Tenente Coronel Hélio Cristiano do Carmo, o efetivo será enviado para os municípios que solicitaram reforço, além dos locais onde o feriado prolongado é comemorado tradicionalmente como Caldas Novas, São Simão, Aruanã, Três Ranchos, etc.
Os militares serão distribuídos em postos avançados montados à beira de lagos, represas e rios, onde se observa uma grande concentração de turistas e serão utilizadas embarcações como canoas e moto náuticas, além dos equipamentos de segurança obrigatórios como coletes salva-vidas e boias.
A missão é prevenir afogamentos. No Carnaval de 2015, oito pessoas morreram afogadas em Goiás. O objetivo esse ano é zerar este número. A preparação para o trabalho foi planejada e ocorre desde o início do ano. A experiência dos anos anteriores mostra que quase todas as mortes nos balneários poderiam ter sido evitadas, já que a causa da maioria dos afogamentos é a imprudência da própria vítima ou de alguém que a acompanhava. O perfil das vítimas de afogamento é jovem, do sexo masculino, com idades entre 14 e 21 anos. Boa parte consome bebida alcoólica antes de entrar na água ou não respeita faixas de contenção.
Para evitar tragédias, o Corpo de Bombeiros Militar irá incentivar a conscientização por meio de palestras sobre prevenção de afogamentos e noções de primeiros socorros em escolas de ensino fundamental. A expectativa é atingir um público de aproximadamente 5 mil crianças de 6 a 9 anos, uma vez que elas são consideradas vulneráveis e também podem repassar os ensinamentos aos pais em casa.































