Breve Histórico

A partir dos anos 90, a aplicação do ativo conhecimento de forma sistematizada na gestão das empresas e demais organizações pelo mundo é ampliada. A Gestão do Conhecimento (GC) surge, portanto, do emprego crescente do conhecimento como elemento de apoio à gestão, configurando-se como uma nova ferramenta nos campos teórico e prático da Administração.
Segundo a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, o consultor de empresas e autor Karl Wiig usou este termo pela primeira vez em uma apresentação no ano de 1986. Em 1990, Wiig escreveu, possivelmente o primeiro artigo do mundo utilizando o conceito moderno de GC, com o título “Gestão do Conhecimento: Uma Introdução”, na segunda Conferência Internacional Anual da International Association of Knowledge Engineers (SBGC, 2016).

Conceitos

Processo de criar continuamente novos conhecimentos, disseminando-os amplamente através da organização e incorporando-os velozmente em novos produtos/serviços, tecnologias e sistemas. (NONAKA & TAKEUCHI, 2008)
Processo de identificação, criação, compartilhamento, armazenamento e aplicação do conhecimento. (BATISTA, 2012)
Como verificamos nos dois conceitos acima, a Gestão do Conhecimento pode ser vista como um processo e também como uma ferramenta a ser utilizada pelas empresas e demais instituições.
Diversos autores defendem que para ter sentido, a GC deve estar alinhada com o Planejamento Estratégico da Instituição. Ao mesmo tempo, a GC conta em grande parte, com os seguintes elementos viabilizadores: Liderança, Tecnologias, Pessoas e Processos.

Aplicação

Em termos concretos, a CG/CBMGO está supervisionada pelo Comando da Academia e Ensino e atuará por meio de quatro atores: Comitê de GC, Grupos de Trabalho, colaboradores internos (bombeiros militares) e colaboradores externos (pessoas e instituições).
Para o desenvolvimento inicial desta ferramenta de apoio à gestão, foram tomadas as seguintes iniciativas:
Comitê de Gestão do Conhecimento: Criado por meio da Portaria nº 193/2015, com a missão de propor os processos estratégicos ao Comando Geral, executar os processos táticos bem como apoiar e supervisionar os processos operacionais da GC no CBMGO;
Grupos de Trabalho: Tem a função de supervisionar e/ou executar os processos operacionais da GC no CBMGO;
Pagina de GC no Site do CBMGO: Tem a função de ser um portal de comunicação entre o CBMGO, bombeiros militares e demais colaboradores.
A GC/CBMGO coloca-se como mais uma ferramenta de apoio à Corporação visando a ampliação e sistematização de seu capital intelectual em prol da excelência institucional, para a qual caminhamos.

Links relevantes

http://www.ipea.gov.br/observatorio/
http://www.sbgc.org.br/